A VEJA e suas capas pseudo-artisticas pós-moderna:
| VEJA e a sua "releitura"de Rodin |
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| VEJA e Magritte |
| VEJA e a sua "releitura"de Rodin |
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| VEJA e Magritte |
| "Les Nymphéas - Musée l´Orangerie" |
| Zurique e o Rio Limmat ao fundo a Igreja Fraumüster |

Acho que uma das melhores coisas da vida está no prazer da descoberta...Quando a descoberta acontece numa hora inesperada...Melhor ainda!!
Esse é o sentimento que tenho pela Banda que vou falar... "The Egg". Eu conheci essa banda de ingleses de Oxford em 2007. Num festival de música eletrônica numa noite fria de maio.
Formada nos final dos anos 90, a banda é bem conhecida dos festivais pelo mundo como por exemplo o "Glastonbury", "The Big Chill" e "Montreux Jazz"...
O caras já lançaram 3 álbuns "Albumen", "Travelator" e o mais intimista, reflexivo e psicodélico "Forwards"...
Quando ouvi pela primeira vez não pude deixar de ser contagiada pela mistura como eles se auto-definem "live house, rocktronic, funk, and ambient influenced dance music, using eletronic and live instrumentals, video triggering, samples and live and vocoded vocals".
Sim, o som é contagiante e a banda tem como influências os também ingleses "Pink & Floyd" e outras bandas bem conhecidas de pelos amantes de música eletrônica como "Underworld", "New Order"....
Mas antes que os mais desavisados achem que trata-se de uma banda de música eletrônica com BPM altos....Vou logo dizendo que o "The Egg" passa bem longe deste esteriótipo. Embora tenham músicas remixadas como "Walking Away" por David Guetta e "Nothing"por Cicada que seguem essa linha...
Uma das minhas preferidas é "Wall" do Álbum Forwards que coloco abaixo a letra e a música mas quem quiser pode visitar o MySpace deles e conhecer outras...
Que seja uma boa surpresa também assim como foi para mim...
Run around, run around.
Never looking, never look, I fall.
Stepping on, stepping on
Left in night, aero tights and awe.
Let me go, let me know. Well, it’s easy to show.
That you wanted to go.
But you won’t let me know.
And I wanted to go, but I wanted to let you know.
Let me go, let me know.
Well it’s easy to show.
That you didn’t even know.
That I wanted to go.
But you know that ,
I wanted to let you go your way.
Watching out, looking out.
Always take me, always take me out.
Running through, afternoon.
Far away, I fall around with you.
Let me go, let me know.
Well, it’s easy to show.
That you wanted to go.
But you won’t let me know.
And I wanted to go.
But I wanted to let you know.
Let me go, let me know.
Well it’s easy to show.
That you didn’t even know.
That I wanted to go.
But you know that I wanted To let you go… (Repeat until fade)
Let me go, let me know.
Well it’s easy to show.
That you didn’t even know.
That I wanted to go.
But you know that I wanted
To let you go your way.
Let me go, let me know.
Well, it’s easy to show.
That you wanted to go.
But you won’t let me know.
And I wanted to go.
But I wanted to let you know.
(Marcelo Massagão, 1998).
(Saturno devorando um dos seus filhos, 1823, Oil on Canvas)
Para quem gosta de cinema, arte e história não pode deixar de assistir "As Sombras de Goya" (Goya´s Ghosts, Millos Forman, 2006). O filme utiliza uma história fictícia junto com fatos históricos e muitas obras de arte.
Sinopse: Inés (Natalie Portman), a jovem modelo e musa do pintor, é presa sob a falsa acusação de heresia. Nem as intervenções do influente Frei Lorenzo (Javier Bardem), também retratado por Goya (Stellan Skarsgard), conseguem evitar que ela seja brutalmente torturada nos porões da Igreja.
O filme inicia com Francisco José de Goya y Lucientes (1746 - 1828) em torno de 1786 quando foi nomeado pintor do rei Carlos III. Nesta fase, Goya diferente que muitos pintores já alcançava prestígio e parelamente o tribunal do Santo Ofício endurecia a perseguição devido a Revolução Francesa e seus ideias iluministas que estavam espalhando pela Europa.
A ascensão de Napoleão Bonaparte na França e em oposição o rei absolutista Carlos IV e seu filho Fernando, o Príncipe das Astúrias é retratada no filme. Os franceses obrigaram a renúncia dos reis espanhóis e entronaram José I, chamado de O Rei Intruso. Estes acontecimentos contribuiram para a explosão uma revolução anárquica em Dois de Maio de 1808 e culmiram na Guerra da Independência Espanhola que durou até 1814, quando os franceses recuaram definitivamente e Fernando VII, convertido a uma posição ultra-reacionária, então voltaria ao trono em Madri para impor um longo reinado (1814-1833).
As obras de Goya com o "Três de maio", que representa uma cena de fuzilamento de composição insólita. "Sabá das bruxas" e "Saturno" e sua série de gravuras "Os Desastres da Guerra". Foram influenciadas e inspiradas nos tempos de guerra e muitos consideram o ápice da carreira e manifestam uma visão sombria da realidade.
Goya foi um dos principais expoentes da pintura espanhola juntamente com Velásquez e El Greco. O filme retrata várias obras de Goya como “Saturno devorando um dos seus filhos”, a série “Os desastres da Guerra”, “A Rainha Maria Luisa”, "O Três de Maio" e outras como “As Meninas’ de Velásquez e “O Jardim das Delícias Terrenas” de Bosch.
Vale a pena conferir o filme e o Museo Del Prado onde estão expostas a maioria das obras.
"A Rainha Maria Luisa" de Goya 
"O Dois de Maio" de Goya

"As Meninas" de Velasquez

O Jardim das Delícias Terrenas" de Bosch



