The life is a fucking journey through yourself, but sometimes the people help, but sometimes people mix up. The true is you always are able to get on the top, but you never are able to find the real meaning of nothing.
When the baby cries, you thing you know the reason, but you don't....even the little baby is a mess!
We've been living a crazy search about the meaning of everthing....besides the meaning could be a empty hole. There are no meaning, no reason and nothing...
Maybe, the most scariest fear is go to the end and finding nothing, maybe the pandora box is empty....
What you could you do if you have only today in your life?
If you say "I love you"or "I'm sorry..."But either chances might become part of your life...or your death.
Braz de Oliva Domingos has only one more day in your life. The day could be that he has found his girlfriend, or travelling, or started to understand his family. So, there is the story about Daytripper.
The Daytripper is a ten issues written by Fabio Moon and Gabriel Sá and has been gained many fans around the world.
I really recommend it. Daytripper is a long way trip about life and death.
Eu nunca havia assistido um show de tango. Recebi com entusiasmo dois convites para uma noite típica de tango argentino. Porque não? A escolha não poderia ter sido melhor! No dia 24 de fevereiro pude assistir essa orquestra que esteve presente no Auditório Ibirapuera pela terceira vez.
Com uma formação típica de orquestra de tango (Quatro bandoneóns, três violinos, viola, violocelo, contra baixo, piano e cantor) mas ao mesmo tempo com uma atitude particular baseada na sua potente maneira de sentir e interpretar com poesia e agressividade o tango, se organiza a Orquestra Típica Fernández Fierro. Integram seu repertório arranjos novos e tangos tradicionais e tangos próprios, compostos por alguns de seus jovens integrantes.
Nascida em 2001, a OTTF se organiza de forma cooperativa: edita seus discos de maneira independente e administra seus próprio clube, o CAFF (Clube Atlético Fernandez Fierro, Sánchez de Bustamante 764, no bairro portenho de Abasto). Nele se apresentam os mais reconhecidos grupos da cena alternativa sul-americana.
Seus trabalhos discográficos se iniciaram em 2002 com "Envasado en Origen", na foram produzidos mais de 6 trabalhos incluindo DVDs e CDs. Com arranjos bastante personalizados e seus tangos próprios e fortes, seus trajes coloridos e seu compromisso social, a Orquestra vem renovando radicalmente a imagem decaída dos espetáculos de tango de Buenos Aires. (Texto do folder no Auditório Ibirapuera).
Eu gostei muito do que assisti, uma apresentação intensa, uma orquestra com músicos carismáticos e uma música intensa. Para finalizar, a noite argentina fui surpreendida com um jantar no Restaurante 348 um restaurante argentino, localizado num casarão do bairro do Higienópolis, a casa serve pratos típicos Argentinos como os tradicionais bifes de chorizo, papas, ojo de bife e vinhos argentinos feitos em Mendoza como os saboroso malbec "Alto de las hormigas". Para sobremesa a minha recomendação são as deliciosas panquecas com doce de leite e sorvete de creme.
Uma noite perfeita com uma excelente companhia, músicas, vinhos e boa comida. Programa recomendado para todos os públicos, fica a dica para algo diferente.
Sempre aprendi que mulher devia ser um bicho corajoso. Não devia chorar à toa e se chorasse devia esconder esse choro. Desde pequena ouvi: "engole esse choro menina!" Como se chorar mostrasse ao mundo minhas feridas, num mundo que não está pronto para conhecê-las.
Assim fui crescendo, engolindo os choros, cuidando das minhas feridas e esperando virarem cicatrizes. Porque mulher de verdade é igual a Joaninha. Uma carapaça grossa mais adornada, que caminha com dificuldade mas carrega essa caparaça pronta a mostrar ao mundo. A dona Joana é mulher de verdade, forte e bela.
Pois é, existem mulheres e mulheres. Algumas são borboletas...frágeis e coloridas que voam por aí. Outras são joaninhas, coloridas mas com uma carapaça que só ela sabe o peso de carregá-la.
Este não é um texto feminista que vai discutir o que é melhor, ser borboleta ou joaninha. Mas aprendi ser joaninha e sendo joaninha sei o que isso significa. Porém, nunca pensei em ser borboleta. Não quero a metamorfose. Eu quero o mundo do jeito que eu quero.
"Viver é um lugar perigoso" citando assim Guimarães Rosa. Pois é, no mundo borboletas e joaninhas sempre estão correndo riscos. Hoje quero ser mais Joaninha, quero a minha carapaça colorida voando com as suas dificuldades por ai. Mas não deixo de voar, mesmo sendo uma tarefa árdua. Sei que mesmo na caparaça existe beleza, fragilidade e feminilidade. A dona Joana não é menos fêmea que a borboleta.
Hoje quando caminhava uma joaninha pousou no meu cabelo, sem saber o que era, dei um tapa e ela saiu voando. Pois é, se fosse uma borboleta talvez tivesse visto antes e não teria deixado pousar. Mas, se não tivesse visto no tapa que eu dei ela iria desmontar e cair no chão. Mas ao tirar a dona Joana ela saiu voando, meio cambaleando mais voou alto até sumir... Eu disse: "voa dona Joana que existe um lugar neste mundo de tapas, pousos e madeixas que é seu!!"
Maurits Cornelis Escher (1898 - 1970) nasceu em Leeuwarden na Holanda e dedicou a sua vida às artes gráficas. Distinguem-se, usualmente, duas fases na obra de M. C. Escher. Antes de 1937, a obra de Escher é dominada pela representação da realidade visível, orientada inteiramente pela beleza das paisagens e arquitetura italianas. A partir de 1937, o pitoresco e o real deixam de lhe interessar. Agora, está fascinado com a regularidade e as estruturas matemáticas, a continuidade e o infinito inerente a todas as imagens, a reprodução de três dimensões sobre uma superfície bidimensional.
Escher fixa-se nas construções da sua própria imaginação e as suas obras passam a exprimir aquilo que ele próprio designa por “pensamento visual”. Trabalha com formas geométricas que encontra nos mosaicos islâmicos e nas formações cristalinas e procura dar vida a esses padrões, substituindo formas abstratas por elementos reconhecíveis como animais, plantas ou pessoas.
Os seus cadernos enchem-se de séries contínuas desses elementos, combinados de formas variadas, num processo que se poderia repercutir até ao infinito. A animação desses padrões conduz à série Metamorfoses, em que as várias estruturas se transformam sucessivamente umas nas outras. Escher não consegue expressar estas ideias em palavras, mas em imagens é capaz de torná-las claras. Daí que a sua obra possa ser considerada de “alto grau racional, porém, minimamente literária
no sentido de que ele parafraseia em imagens as coisas que não poderiam ser reproduzidas em palavras”
Quem considera a arte como uma expressão de sentimentos, terá de recusar esse estatuto à obra de Escher. Ela é determinada pela razão, tanto ao nível do objetivo, como da execução, neste sentido, a maior parte das suas gravuras possuem o carácter de uma investigação.
Os Mundos Impossíveis
Os mundos impossíveis como o próprio nome indica, trata-se de figuras e estruturas que sugerem com grande força ser tridimensionais, mas que, efetivamente, não estão construídas a três dimensões e a exposição de Escher no Centro Cultural do Banco do Brasil é a concretização destes mundos. A exposição embora mal explicada e um pouco desorganizada é capaz de causar vertigem nos visitantes. Outra crítica é a impossibilidade de fotografar parte das obras, sinceramente gostaria de um motivo plausível dos organizadores. Mas o fato é que dentre planos, paralelos, infinitos e ilusão de ótica, o visitante irá passear por mais de 94 obras do artista que desafiou paradigmas do que seria arte e ainda hoje num mundo de "filmes 3D" é inovador.
Local: CCBB- SP 19 Abril até 17 Julho. Horário: Terça a domingo das 09h as 20h.
É chegado o momento da vida que " Sólo quiero saber lo que puede dar cierto, no tengo tiempo a perder"... Por isso, a versão que mais gosto dessa música, com o poema de Pablo Neruda que compõe essa versão...
Go Back (Versão em espanhol) - Titãs
"Aunque me llames
Aunque vayamos al cine
Aunque reclames
Aunque ese amor no camine
Aunque eran planes y hoy yo lo siento
Si casi nada quedó
Fue sólo um cuento
Fue nuestra historia de amor
Y no te voy a decir si fue lo mejor
Pues
Sólo quiero saber lo que puede dar cierto
No tengo tiempo a perder
Ya no se encantarán mis ojos en tus ojos
Ya no se endulzará junto a ti mi dolor
Pero hacia donde vaya llevaré tu mirada
Y hacia donde camines llevarás mi dolor
Fui tuyo, fuiste mía
¿Qué más? Juntos hicimos un recuerdo en la ruta donde el amor pasó
Fui tuyo, fuiste mía.
Tú serás del que te ame
Del que corte en tu huerto lo que he sembrado.
Me voy, Estoy triste.
Pero siempre estoy triste.
Vengo desde tus brazos.
No sé hacia donde voy.
...Desde tu corazón me dice adiós un niño y yo le digo adiós."
Farewell - Pablo Neruda
"Desde el fondo de ti, y arrodillado,
un niño triste como yo, nos mira.
Por esa vida que arderá en sus venas
tendrían que amarrarse nuestras vidas.
Por esas manos, hijas de tus manos,
tendrían que matar las manos mías.
Por sus ojos abiertos en la tierra
veré en los tuyos lágrimas un día.
Yo no lo quiero, Amada.
Para que nada nos amarre
que no nos una nada.
Ni la palabra que aromó tu boca,
ni lo que no dijeron tus palabras.
Ni la fiesta de amor que no tuvimos,
ni tus sollozos junto a la ventana.
Amo el amor de los marineros
que besan y se van.
Dejan una promesa.
No vuelven nunca más.
En cada puerto una mujer espera:
los marineros besan y se van.
(Una noche se acuestan con la muerte
en el lecho del mar.)
Amo el amor que se reparte
en besos, lecho y pan.
Amor que puede ser eterno
y puede ser fugaz.
Amor que quiere libertarse
para volver a amar.
Amor divinizado que se acerca
Amor divinizado que se va.
Ya no se encantarán mis ojos en tus ojos,
ya no se endulzará junto a ti mi dolor.
Pero hacia donde vaya llevaré tu mirada
y hacia donde camines llevarás mi dolor.
Fui tuyo, fuiste mía. ¿Qué más? Juntos hicimos
un recodo en la ruta donde el amor pasó.
Fui tuyo, fuiste mía. Tú serás del que te ame,
del que corte en tu huerto lo que he sembrado yo.
Yo me voy. Estoy triste: pero siempre estoy triste.
Vengo desde tus brazos. No sé hacia dónde voy.
...Desde tu corazón me dice adiós un niño.
Y yo le digo adiós."
Claude Monet nasceu em Paris, na França, em 1840. Quando era criança mudou-se de Paris com a família para uma cidade próxima. Retornando a Paris já adulto, quando já havia planos de ser pintor.
Porém o serviço militar interrompeu seus estudos e quano voltou a estudar conheceu Sisley, Renoir e Bazille. Juntamente com estes mais tarde formaria o grupo dos Impressionistas.
Juntos realizaram em 1874 uma mostra que também contou com a presença de Boudin, Pissaro, Cézanne entre outros.
Porém, a mostra não foi bem aceita e o nome "Impressionistas" veio da crítica a um quadro de Monet chamado "Impressão: O sol se levanta". Segundo os críticos os quadros não passavam de um rascunho, uma primeira "impressão".
Monet, sem conseguir vender seus quadros, vivia em absoluta pobreza e alguns anos depois durante a guerra contra a Prússia se refugiaria na Inglaterra para não ter que se alistar.
Com o fim da guerra, Monet retorna à França, indo morar em Argenteuil. A derrota da França dá início a um período de instabilidade política que marca o fim do império.
Em 1876 Monet conhece Ernest Hoschedé que organiza a segunda mostra de Impressionistas onde se juntaram também Manet, Degas entre outros. Porém, novamente foi um fracasso. O movimento impressionista só começou a ganhar força alguns anos mais tarde em 1878, quando começam a surgir as primeiras críticas favoráveis ao movimento. Com isso, o prestígio de Monet começa a crescer e no ano seguinte Durand-Ruel realizou com sucesso uma exposição dos impressionistas em Nova York.
Depois de ter experimentado anos de extrema pobreza, Monet começava a prosperar. Em 1883 muda-se para Giverny e dar se ínicio a uma nova fase tanto na sua vida como na carreira.
Em Giverny, cuidar do jardim torna-se um passatempo preferido e fonte de inspiração para muitos dos seus quadros, principalmente a série Les Nymphéas, que seria posteriormente doadas ao governo francês.
Com a visão mais debilitada, seus quadros passam para uma fase mais abstrata. Em 5 de Dezembro de 1926 morre, em Giverny.
Recentemente estive no Museu l´Orangerie e pude ver pessoalmente "Les Nymphéas". A série ocupa duas salas ovais feitas exclusivamente para receber tais telas. São lindas e você pode sentar no centro da sala e ficar horas admirando o jardim...
Eu recomendo quem vai a Paris visitar o Museu L´Orangerie, que conta com telas também de Picasso, Gaugin dentre outros. Trata-se de um museu pequeno localizado no "Jardins de Tuileries" (que prometo um post só para ele) e próximo ao "Place de La Concorde" (local onde os reis da França foram guilhotinados e também terá um post só para ele).
Os quadros de Monet hoje fazem parte do conhecimento do grande público, sempre atraem expectadores e são temas de grandes exposições. Embora eu não seja uma grande conhecedora do Impressionismo e de Monet, sempre vale a pena admirar...
Porém, "Les Nymphéas" é algo sensacional, tanto pelo tamanho das obras como pela sua beleza e acho que o impressionismo fica mais "impressionante".
Zurique e o Rio Limmat ao fundo a Igreja Fraumüster
Zurique na Suiça, é uma amostra do melhor do estilo suiço. A cidade é cortada pelo Rio Limmat, que é incrívelmente limpo. No verão, as pessoas aproveitam o lago como balneário.
Quem está disposto a fazer turismo em Zurique deve se preparar para gastar. Considerada como um dos centros financeiros da Europa, a cidade é cara para turistas, sejam eles de qualquer parte do mundo. Tanto que no seu guia turistico tem algo escrito como; "seja bem vindo a uma das cidades mais caras do mundo", ou seja, prepare-se para desembolsar alguns bons francos...
Embora não seja um destino turístico, a cidade tem boas atrações e algumas até gratuítas como o museu de arte de Zurique; Kunsthaus, que não cobra entrada para a coleção permanente e possui obras de artistas importantes como o suíço Alberto Giacometti e outros bem conhecidos como Picasso, Cézanne, Van Gogh, Monet e Munch.
Outro passeio gratuito é a igreja Fraumünster e os vitrais criados por Marc Chagall. Vale a pena e são lindos!!!
Quem estiver disposto a gastar pode passear pela avenida Banhofstrasse e parar na confeitaria Sprüngli.
Durante a noite, os bares próximos ao lago, ficam iluminado proporcionando uma bela imagem.
Não deu tempo de conhecer outros lugares da Suiça mas deu para conferir que a terra dos chocolates, canivetes e relógios é um verdadeiro charme.
A percursão talvez seja o instrumento musical mais antigo de todos. O som é obtido através de impacto ou pressão... Embora batuques, maracás e atabaques sejam companheiros antigos da nossa civilização não pude deixar de me surpreender com o Stomp.
Stomp traduzindo significaria algo como "entrar fazendo barulho", "como um furacão" porém posso dizer que é muito mais do que isso. O Stomp vai em busca da musicalidade nas coisas do cotidiano como areia, sacos plásticos, vassouras, tambores, pneus, água...
Tudo pode ser melódico e orquestrado e que aos poucos com os elementos de palco, dança, cenografia, clown, teatro transforma-se numa peça do cotidiano....
Ver Stomp não é simplesmente assistir um show, é uma experiência sensitiva que vai de encontro com a sua habilidade de sentir coisas novas e descobrir novos prazeres. Mais do que isso, é uma mistura contemporânea que mostra que a humanidade ainda é capaz de se re-inventar.
A noite foi perfeita, o evento organizado pela Camila Vargas e sua equipe foi sensacional. Tudo organizado nos mínimos detalhes como prosseco na temperatura ideal, coca-cola geladíssima, foto de lembrança como brinde e uma lua tão linda que parecia cenografia....
Talvez falar dos Beatles seja falar "mais do mesmo". Por isso, não vou discutir a importância deles... Existem pessoas mais apropriadas para isso.
Porém, uma coisa eu posso dizer; eles são atemporais...Os Beatles não envelhecem e segundo uma pesquisa na Exame é a banda antiga mais conhecida pelos jovens.
Longe das discussões, falar sobre os Beatles é falar sobre emoção e posso dizer que uma das coisas mais emocionantes é a coleção "The Beatles - Remastered".
Há quase um ano no dia 09/09/09 quando essa coleção foi lançada corri para comprá-la. Infelizmente, houve um atraso na distribuição e fiquei esperando uma semana por ela.
Quando consegui adquiri-la foi para presentear um jovem beatlemaníaco. Presentear com os Beatles é algo delicioso! Primeiro que vc conhece alguém de bom gosto....segundo que só um beatlemaniaco sabe o valor que isso tem para outro beatlemaniaco.
Porém, essa semana, finalmente pude realizar um sonho que é dar essa coleção ao maior beatlemaniaco que eu conheço: meu pai. Dar presentes relacionado aos Beatles não é novidade tanto para mim como para ele....já dei o Sgt. Pepper´s, Past Masters, biografia...
Mas posso dizer que foi emocionante ver a cara dele enquanto ouvia os cds novos. Neste momento perguntei se tinha diferença entre esta coleção e anteriores... Afinal de contas ele coleciona desde o primeiro LP dos Beatles. Foi então enquanto ele ainda estava lendo o encarte, virou para mim e disse "oo se tem".
O que será que me dá? Que me bole por dentro, será que me dá? Que brota à flor da pele, será que me dá? E que me sobe às faces e me faz corar. E que me salta aos olhos a me atraiçoar. E que me aperta o peito e me faz confessar. O que não tem mais jeito de dissimular. E que nem é direito ninguém recusar. E que me faz mendigo, me faz suplicar. O que não tem medida, nem nunca terá? O que não tem remédio, nem nunca terá? O que não tem que será que será.
Que dá dentro da gente e que não devia? Que desacata a gente, que é revelia. Que é feito uma aguardente que não sacia. Que é feito estar doente de uma folia. Que nem dez mandamentos vão conciliar. Nem todos os unguentos vão aliviar. Nem todos os quebrantos, toda alquimia. Que nem todos os santos, será que será? O que não tem descanso, nem nunca terá. O que não tem cansaço, nem nunca terá. O que não tem limite.
O que será que me dá? Que me queima por dentro, será que me dá? Que me perturba o sono, será que me dá? Que todos os tremores que vêm agitar. Que todos os ardores me vêm atiçar. Que todos os suores me vêm encharcar. Que todos os meus órgãos estão a clamar. E uma aflição medonha me faz implorar. O que não tem vergonha, nem nunca terá. O que não tem governo, nem nunca terá. O que não tem juízo...