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quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Journey
The life is a fucking journey through yourself, but sometimes the people help, but sometimes people mix up. The true is you always are able to get on the top, but you never are able to find the real meaning of nothing.
When the baby cries, you thing you know the reason, but you don't....even the little baby is a mess!
We've been living a crazy search about the meaning of everthing....besides the meaning could be a empty hole. There are no meaning, no reason and nothing...
Maybe, the most scariest fear is go to the end and finding nothing, maybe the pandora box is empty....
Empty of answers and full of questions.
Onde Descobrir
Amor,
Arte,
Bauman,
brisas,
brisas divagações,
divagações,
Diversão,
Erotismo
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Arte de Amar
(Manuel Bandeira)
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus — ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Henry Miller

No dia 7 de Junho de 1980, o mundo perdia um dos seus maiores e mais polêmicos escritores. Henry Miller não foi só um escritor foi um "subversivo da literatura". A sua obra é difícil de definir....talvez fique entre o fantástico e o desnecessário.
O meu primeiro contato com Henry e sua obra foi através do filme "Henry e June" (USA, 1990). O filme narra o encontro de Anais Nin (Maria Medeiros) com June (Uma Thurman) e Henry Miller (Fred Ward). Ambientado em Paris, nos anos 30s, mostra Henry num triângulo amoroso e quando escrevia e lançava 'O Trópico de Câncer".
E foi o "Trópico de Câncer" a primeira obra que li de Miller. Quase biográfico, embora este considerava que não. "Trópico de Câncer" te transporta para Paris, durante o entre guerras, quando a cidade foi o destino de artistas de todos os tipos e centro cultural e vanguardista da Europa.
Mais do que isso, Henry te faz caminhar por hotéis e pensões baratas, passar fome, viver de favores, transar c/ prostitutas, conviver e se embebedar com outros artistas, intelectuais tão expatriados como ele.
Henry não te pergunta se você quer tanto, quando você percebe está lá a "fornicar com os personagens". Nada em Henry Miller é pouco, não é ousado ou não é polêmico.
A obra de Henry hoje é considerada "erótica". Porém, a minha opinião leiga a considera pornográfica. Hoje a nossa noção de pornografia é mais ampla. Mas se analisarmos o contexto da época que foi escrita...
Embora tenha ficado conhecido pela sua literatura erótica, Miller escreveu obras que fogem da temática sexual como "Big Sur e As Laranjas de Hieronimus Bosch", "Colosso de Marússia", entre outras...
Passaram se 30 anos que Henry Miller, deixou o mundo. Porém, este vive nos seus "Trópicos" e na sua intrigante "Crucificação Encarnada".
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